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    Post Date sexta-feira, 11 de abril de 2014

    Dilma diz que inflação é "momentânea" e culpa clima

    Afirmação acontece na semana em que vieram a público os últimos números da inflação oficial (IPCA), que teve a maior alta para março desde 2003

    A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (11) que a inflação no país, que no mês passado superou as previsões de alta, é momentânea e sofre a influência de fatores climáticos.
    "Nós mantemos um olho no controle da inflação. Mesmo quando ocorre devido à seca no Sudeste, à chuva torrencial no Norte e à seca no Nordeste [...] em alguns produtos alimentares. Isso é momentâneo. Enquanto alguns produtos sobem outros caem", afirmou Dilma, em cerimônia de inauguração de sistema de esgotamento sanitário em Porto Alegre.
    As afirmações ocorrem na semana em que vieram a público os últimos números do IPCA, índice de inflação que é referência para as metas do Banco Central. O índice ficou em 0,92% em março, maior taxa para o mês desde 2003 e acima de previsões que já eram pessimistas.
    O indicador acumulado em 12 meses se aproximou mais do teto da meta do governo (6,5%) e fechou março em 6,15%.
    A disparada no preço dos alimentos contribuiu para o índice, respondendo por mais da metade da alta da inflação em março. O aumento nessa categoria foi de 1,92%, maior desde janeiro de 2013.
    Crise
    A presidente voltou a defender as medidas de sua gestão diante da retração econômica mundial. Afirmou que jamais enfrentou a crise "à custa do trabalhador ou do empreendedor".

    "Reduzimos, sim, impostos, principalmente sobre a folha de pagamento. Era uma forma de melhorar a produtividade do trabalho. [] Reduzimos sim, e era necessário. Fizemos políticas de sustentação do investimento sim. Fizemos políticas da expansão da infraestrutura sim. [] Montar estrutura de investimento em infraestrutura é condição indispensável", disse.

    Emprego industrial fica estável em fevereiro, diz IBGE

    No acumulado deste ano, os postos de trabalho na indústria apresentam queda de 2%

    O emprego na indústria ficou estável (0,0%) na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, 11. Na comparação com fevereiro de 2013, o emprego industrial apontou uma queda de 2,0%. No acumulado de 2014, os postos de trabalho na indústria recuaram também 2,0%. Em 12 meses, houve queda de 1,3%. A queda de 2,0% foi consequência da retração nos postos de trabalho em 12 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE.
    São Paulo registrou um recuo de 3,1% nas vagas no período, resultando no maior impacto sobre o total nacional. O emprego na indústria local foi pressionado pela redução no pessoal ocupado em 12 das 18 atividades investigadas, com destaque para as indústrias de produtos de metal (-14,2%), máquinas e equipamentos (-8,2%), produtos têxteis (-9,4%), meios de transporte (-3,2%), calçados e couro (-12,5%), outros produtos da indústria de transformação (-6,2%), refino de petróleo e produção de álcool (-8,7%) e minerais não metálicos (-4,7%).
    Por outro lado, houve aumento no número de empregados em Pernambuco (2,0%) e na Região Norte e Centro-Oeste (0,5%). Em Pernambuco, o aumento nas vagas foi puxado pelos setores de alimentos e bebidas (5,3%), produtos químicos (9,3%) e vestuário (4,7%). Já a Região Norte e Centro-Oeste verificou expansão em alimentos e bebidas (2,9%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (5,5%) e minerais não metálicos (3,6%).
    Horas pagas
    O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria no País ficou estável (0,0%) em fevereiro.
    Em relação a fevereiro de 2013, o número de horas pagas aos empregados recuou 2,1%, a nona taxa negativa consecutiva neste tipo de comparação. No acumulado do ano, o número de horas pagas na indústria caiu 2,1%, e, em 12 meses, houve redução de 1,3%.

    Região Sul tem menor índice de desemprego em 2013, diz IBGE

    Com 4,2% da população desocupada, a taxa supera a média nacional, que foi de 7,1% no ano passado

    Mantendo o cenário registrado em 2012, a região Sul do Brasil apresentou a menor taxa média de desemprego em 2013, com um índice de 4,2% da população desocupada – ante 4,5% no ano anterior. Os dados são da PNAD Contínua, nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o mercado de trabalho, divulgada nesta quinta-feira (10).
    A taxa da região Sul supera a média nacional, que em 2013 ficou em 7,1%. Neste mesmo ano, o maior índice de desemprego ficou com o Nordeste, onde 9,45% da população economicamente ativa não tinha emprego formal.
    Nos quatro trimestres analisados pelo IBGE em 2013, a maior taxa de desempregados foi registrada entre janeiro e março, quando a média foi de 4,8% da população desocupada. Entre abril e junho, a taxa foi de 4,3%, contra 4,1% entre julho e setembro. “De um modo geral, a região Sul já vem há muitos anos apresentando um mercado diferenciado. Isso não explica tudo, mas é uma das fortes razões que faz com que a gente tenha uma taxa tão baixa. E também porque na região, o formato industrial é basicamente de pequenas e medias indústrias, que tendem a empregar bastante. Outra é que o mercado é bastante dinâmico, e tem uma diferencial comparado às demais regiões”, explica o diretor de estatística do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social), Daniel Nojima.
    Por idade
    Já considerando as cinco faixas etárias estabelecidas pelo instituto, a que mostrou maior quantidade de desocupados foi a de pessoas entre 14 e 17 anos, com 16,9% de desempregados. O índice só leva em conta a população que está buscando por uma vaga no mercado de trabalho.
    Os dados da região Sul mostram ainda um decréscimo no número de pessoas desempregadas conforme o aumento da idade. Assim, o índice de desocupados na faixa etária de 18 a 24 anos ficou 8,8%, enquanto entre 25 e 39 anos, 40 e 59 anos e 60 anos ou mais registraram, respectivamente, 3,8%, 2% e 1,3%. “É sempre natural que haja uma taxa de desocupação maior para a população mais jovem. O mercado busca, ainda que minimamente, certa experiência, mais maturidade. E isso normalmente vai ser encontrado na faixa dos 25 anos para frente. Ainda é possível, entre outras coisas, que existem jovens a procura de colocações, mas não urgentes. Ou seja, procura a colocação, mas não aceita qualquer uma porque não está tão desesperado”, relata Nojima.
    Último trimestre de 2013
    Puxada pelos empregos formais de fim de ano, a taxa de desocupação na Região Sul ficou em 3,8% no último trimestre de 2013, a menor em comparação com os demais trimestres.
    Em comparação com o mesmo intervalo de tempo de 2012, o índice de pessoas sem trabalho formal chegou a 4%, mas mesmo assim, a região manteve o menor índice do país neste período.

    Diretora de Pesquisas deixa IBGE após cancelamento da Pnad

    A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) foi suspensa para revisão da metodologia, o que motivou a decisão de Marcia Quintslr

    A suspensão das divulgações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) para revisão da metodologia fez a diretora de Pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcia Quintslr, pedir exoneração do cargo.
    Segundo o IBGE, Marcia discordou da decisão anunciada pela presidente Wasmália Bivar de interromper as divulgações até janeiro do ano que vem para concentrar esforços em uma revisão metodológica que pudesse fornecer uma renda domiciliar per capita mais precisa para servir como base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados.
    O IBGE informou que Wasmália e membros do conselho do instituto consideraram que seria arriscado manter funcionários mobilizados na divulgação em vez de concentrar o foco na revisão metodológica, sob pena de não conseguir as exigências previstas da Lei Complementar nº 143/2013. O instituto deve assegurar que a pesquisa gere uma renda per capita domiciliar anual (e não apenas pontual, referente a um mês no ano, como ocorre na Pnad convencional) e que a margem de intervalo seja a mesma para todas as unidades da Federação.
    A próxima divulgação da Pnad Contínua, que estava prevista para o dia 3 de junho, foi cancelada. A pesquisa só voltará a ser divulgada em 6 de janeiro de 2015. Marcia estava à frente da Diretoria de Pesquisas, considerada a mais importante do IBGE, desde 2011.

    Rhuan Pedroza anuncia a compra da MediaCorp

    Compra feita pelo empresário engloba outros veículos de comunicação pertencentes ao grupo de mídia MediaCorp.

    São Paulo - O conglomerado de mídia de singapura MediaCorp anunciou na tarde desta sexta-feira que foi comprado pelo empresário Rhuan Pedroza, um dos mais poderosos e influentes empresários do mundo. 

    Rhuan Pedroza comprou o conglomerado de mídia asiático incluindo centenas de estações de TV e Rádio e todas as suas publicações como pessoa física - nenhuma de suas empresas não tem relação com o negócio, que deve ser concluído em 60 dias. A Press Co. vai mudar para um nome ainda não decidido e deve continuar como uma empresa pública.

    A empresa tem expandido os negócios fora da mídia nos últimos anos, e atualmente 55% de suas operações estão na área de educação.  O Press contribuía atualmente com apenas 14% dos negócios, perdendo dinheiro.  Em 2012, sangrou 53,7 milhões de dólares, depois de um prejuízo de 21,2 milhões em 2011, segundo dados do Wall Street Journal.

    "Todos os membros da minha família tiveram a mesma emoção - choque - em simplesmente pensar" em vender o Press, disse Donald Whitman, o presidente-executivo da Press Co., em entrevista nesta segunda. "Mas quando a transação com Rhuan Pedroza apareceu, isso alterou meus sentimentos. O Press poderia ter sobrevivido em posse da companhia e lucrativo em um futuro próximo. Mas nós queríamos mais do que sobreviver. Não estou dizendo que isso garante o sucesso, mas nos dá uma chance maior."

    Post Date quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

    Banco Central estima dívida externa em US$ 311,87 bi

    Variação na dívida de longo prazo em relação a setembro se deu principalmente, às captações líquidas de empréstimos do setor não financeiro e dos bancos

    O Banco Central informou que a estimativa para a dívida externa brasileira em novembro de 2013 é de US$ 311,872 bilhões. Em setembro de 2013, último dado verificado, a dívida estava em US$ 307,721 bilhões. No fim de 2012, estava em US$ 312,898 bilhões. A dívida externa de longo prazo atingiu US$ 278,322 bilhões em novembro, enquanto o estoque de curto prazo estava em US$ 33,549 bilhões no fim do mês passado, segundo estimativas do BC.
    A variação na dívida de longo prazo em relação a setembro se deu principalmente, às captações líquidas de empréstimos do setor não financeiro (US$ 2,1 bilhões) e dos bancos (US$ 983 milhões), além da emissão de títulos do governo (US$ 1,6 bilhão). A variação por paridade diminuiu o estoque em US$ 676 milhões.
    Rolagem
    A taxa de rolagem de empréstimos de médio e longo prazo captados no exterior ficou em 144% em novembro, segundo o BC. A rolagem de papéis ficou em 54% no mês passado. Já a rolagem de empréstimos diretos teve taxa de 213%. No mesmo período do ano passado, a taxa geral foi de 267%, sendo 829% para papéis e 151% para empréstimos.
    No acumulado do ano, a taxa geral de rolagem está em 98%, sendo 88% para papéis e 102% para empréstimos diretos. No mesmo período de 2012, a taxa era de 196% (237% para papéis e 179% para empréstimos diretos).

    Cresce em novembro total de cheques sem fundos

    De janeiro a novembro, Roraima liderou o ranking dos Estados que mais apresentaram cheques sem fundos, com 10,79% de devoluções

    A devolução de cheques por falta de fundos atingiu 2% do total em novembro, o que representou 1,31 milhão dos 65,67 milhões emitidos no Brasil no mês passado, segundo indicador divulgado nesta quarta-feira, 18, pela Serasa Experian. O resultado representa uma alta sobre o 1,96% tanto de outubro quanto de novembro de 2012.
    Já na comparação entre os acumulados do ano, os cheques devolvidos seguem estáveis. De janeiro a novembro, houve 2,01% de devoluções, assim como em igual período de 2012. Segundo os economistas da Serasa Experian, a alta recente na inadimplência com cheques é reflexo do período mais intenso de compras por causa da aproximação das festas de fim de ano e ainda devido ao acúmulo de sucessivas elevações do custo do crédito com o aumento dos juros.
    De janeiro a novembro, Roraima liderou o ranking dos Estados que mais apresentaram cheques sem fundos, com 10,79% de devoluções. O Amazonas é o Estado com menos cheques devolvidos, com 1,38% do total. Entre as regiões, a Norte foi a que registrou o maior porcentual de cheques devolvidos (4,37%) e a Sudeste, o menor (1 56%).